Dojo Kun

Dojo Kun Dojo Kun (Os cinco princípios éticos do Karate) HITOTSU JINKAKU KANSEI NI TSUTOMURU KOTO - Esforçar-se para formação do caráter saudável HITOTSU MAKOTO NO MICHI O MAMORU KOTO - Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão HITOTSU DORYOKU NO SEISHIN O YASHINAU KOTO - Criar o intuito de esforço HITOTSU REIGI O OMONZURU KOTO - Respeito acima de tudo HITOTSU KEKKI NO YU O IMASHIMURU KOTO - Conter o espírito da agressão indestrutiva ! ! !

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Seleção de frases

 Seleção de frases

 «O objetivo fundamental da arte do Karate não consiste na vitória ou na derrota, mas no aperfeiçoamento do caráter de seus praticantes.»
Gichin Funakoshi
 «O oponente mais poderoso está dentro de nós mesmos.»
Hidetaka Nishiyama
 «Sejam perseverantes! As artes marciais exigem um trabalho de muito fôlego: o rochedo é mais duro que a água, mas a água desgasta a pedra lentamente. Só o trabalho paciente traz seus frutos. A regularidade nos treinos é essencial. Só ela lhes permite progredir.»
Hiroshi Shirai
 «O caminho para o sucesso não tem atalhos.»
Masahiko Tanaka
 «O sucesso num combate é fruto 10% de técnica e 90% de "alma". No caso de lutadores muito bons, pode ser 20% de técnica e 80% de "alma".»
Shigeru Sogo
 «O Karate-Do Tradicional é muito mais que um esporte de combate competitivo, pois o espírito que o norteia não é apenas a busca de vitórias em competições, mas, acima de tudo, a autosuperação. Seu praticante visa vencer a si mesmo e as suas imperfeições. Neste sentido, não há vitória exterior sem vitória interior, no Karate-Do Tradicional.»
Yasutaka Tanaka
 «O Karate é um desafio para toda a vida, que é explicado pelo Dojo Kun - caráter, honestidade, esforço, respeito e autocontrole. O estudo das técnicas lhe dá autoconfiança, e esta lhe proporciona autodefesa. Mas autodefesa é um estado mental, e não uma combinação de técnicas. A melhor defesa é evitar conflitos. O Karate não é um estudo sobre lutas, mas sobre pessoas. Kata e kumite são como duas rodas de uma bicicleta. O kata afia o fio de sua espada... enquanto o kumite é usar a espada.»
Yutaka Yaguchi
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 «Assim como com uma vela acesa se acende outra, o mestre transmite o genuíno espírito da arte de coração a coração, para que eles se iluminem. Então, se a graça lhe é reservada, o discípulo descobre em si mesmo que a obra interior que ele deve realizar é bem mais importante que as obras exteriores, por mais atraentes que sejam, e que ele deve persegui-la se quiser ser o artífice do seu destino de artista.»
Eugen Herrigel (Mestre Zen)
 «O Dojo é o campo de batalha da vida, um "campo de vida e de morte". A única diferença que existe entre ele e o campo de batalha de uma guerra é que no Dojo quem está sendo treinado pode morrer muitas vezes seguidas e ficar vivo para contabilizar essas mortes como experiências que favorecem o seu desenvolvimento nos caminhos e, eventualmente, capacitam-no a transcender a vida e a morte.»
Jackson Morisawa (Mestre Zen)
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 «Lutar e vencer todas as batalhas não é a glória suprema. A glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar.»
Sun Tzu (Filósofo e estrategista)
 «Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória obtida sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.»
Sun Tzu (Filósofo e estrategista)

19 comentários:

camila disse...

Se é um site sobre karate-do ou seja caminho das mãos vazias pq tem um menino segurando uma katana?

Anônimo disse...

Raphael
É eu tmb concordo com a Camila, pois é a arte das mãos vazias.
Usem o conhecimento apenas para justiça. OSS

Anônimo disse...

Oss!!
Com todo respeito quem não compreende o significado de Karate-do (camiminho das mãos vazias)Sempre achará que esse "vazio" significa sem armas; poren o 'Vazio" de
Karate-do quer dizer Vazio do mundo;da violencência;da maldade;do ódio Vazio de si propio!!! essa é a ecencia de Karate-do !! Não estou te corrigindo minha cara Camila e meu caro Raphael apenas lhes alertando de que Karate-do vai alen do Que aprendemos no Dojo é um caminho espiritual que nos leva ao aperfeiçoamento de si propios!!! E a Katana na mão do rapaizinho eu acredito que seje para ilustrar Coragen pois é um grande simbolo nas Artes marciais Japonesas !!! Forte Abraço Rafael Riberu OSS!!!

Anônimo disse...

não sejam bitolados,o Karatê-Do tem vários tipos de armas brancas,tem até armas de kung fu devido a emigração chinesa.o Karatê tem referência ao kung fu também.
OSS!!!

Anônimo disse...

oss eu acho que se nos queremos chegar a um lugar como karatekas primeiro de tudo temos que estar bem com nos mesmos e tambem quanto a respeito de armas au acho que so os kihons e atackes ja sao suficientes mais eu curto um nuchaco bem e isso ai lembrem ai pessoal dos lemas do dojo-kun ta oss

Anônimo disse...

maos vasias no karate nao quer dizer literalmente maos vasias, maos vaisias para receber algo(conhecimento,sabedoria)isto demonstra sabedoria e humildade , muitos confundem e acha que e combater desarmado,na maioria das veses mas nem sempre .ossu

Anônimo disse...

Alguns levantaram corretamente o significado de "mãos vazias", no entanto, fato de que no Karatê não existe manipulação de armas quaisquer, é genuíno! Karatê que incorpora a utilização de armas em seus treinos não é Karatê "de verdade" !!
Essa é a principal característica dessa Arte, basta pesquisarem boas referências.

Oss!

Bruno m disse...

Essa é uma Pequena parte da minha monografia,quem tiver interesse em ler,fala um pouco sobre esse nobre assunto comentado anteriormente e um pouco mais. Boa Leitura
Sensei Bruno Mendonça.



2.2 Karatê

2.2.1 A origem do Karatê no Japão

O Japão é um país que possui seu território basicamente em ilhas menores e outras mais extensas. Ao seu extremo sul se localizava uma grande ilha, conhecida como Okinawa. Devido sua localização, ela atraía os olhares de vários países vizinhos que cobiçavam sua riqueza e o poderio entre as demais regiões vizinhas (SILVA, 1998).
No entanto, ela era uma ilha isolada ainda não pertencente a nenhum país. Porém, um militar chinês foi um dos primeiros a disseminar os movimentos de lutas na ilha de Okinawa. Anos mais tarde a ilha foi dominada pelos japoneses (DUNCAN, s/d).
Apesar da dominação japonesa, vários imigrantes adentraram no território nipônico. Segundo Tagnim (1975) o Kempo foi uma das primeiras artes marciais introduzidas na ilha através dos imigrantes chineses. Segundo Funakoshi (1975), o Kempo se utilizava de técnicas de membros inferiores e superiores bem semelhantes ao Karatê. Esta arte foi uma das lutas que mais tarde viriam a ser o Karatê moderno.
Houve um período em que artes marciais foram proibidas no Japão. Devido essa proibição, os agricultores treinavam secretamente, assim aperfeiçoando a sua arte de defesa pessoal. Eles se defendiam usando seus próprios punhos. Mais tarde, essa arte ficaria conhecida como Tê, disseminando três estilos, Shurite, Nahate e Tomarite, cada um desses estilos pertencendo a uma região diferente da ilha, Shuri, Naha e Tomari (HENRIQUE s/d).
Segundo Vianna (s/d) várias guerras aconteceram durante esse período, massacrando principalmente a classe mais pobre da sociedade. Okinawa foi uma das ilhas mais afetadas, as aldeias sofreram bastante com os ataques da força dominante. Com isso, o povo okinawense criou a sua arte de defesa pessoal sem o uso de armas, assim nascendo uma nova arte marcial japonesa, o Karatê.
Segundo Funakoshi (1975) com a proibição das artes marciais na ilha, várias maneiras foram criadas para camuflar os movimentos do Karatê, entre elas a dança que contribuiu para a evolução dos movimentos sem que o governo percebesse o que estava escondido por trás.
Conforme Barreira e Massini (2002) existem várias dúvidas em qual período o Karatê realmente foi criado; porém, existem relatos que os fatos ocorreram na era meiji.
Um dos principais responsáveis pela proibição das armas foi Shimazu, um grande senhor feudal. (FPK, 2010). Além dos senhores feudais, existiam os samurais que também faziam parte do topo da hierarquia da época. Eles exigiam respeito, e por qualquer motivo, matariam um pobre agricultor. Essa época ficou caracterizada como um período de medo entre os japoneses (BARREIRA; MASSINI, 2002).
Conforme Falcão (2002) o poderio militar queria de qualquer modo acabar com qualquer ameaça que viesse do povo okinawano. A supremacia militar japonesa pode ser comparada à ditadura militar no Brasil que ocorreu no Governo de Getúlio Vargas e no ano do golpe militar de 1964, representados pelos generais Castelo Branco e Costa e Silva. Ambas as forças queriam manter sua forma de governo, deixando a população submissa às leis militares. Entretanto, não foi o que aconteceu em nenhum dos países. No caso de Okinawa, as lutas sem o uso de armas passaram a ser treinadas em clãs, cada família aperfeiçoando a técnica mais eficaz. Os militares de certa forma ajudaram no crescimento do Karatê.
Quando o Karatê foi descoberto pelo governo, a arte também ficou extremamente proibida, como qualquer outro tipo de luta desarmada que representava perigo para o governo. Para fugir dos olhos da lei, a única forma de treinar era à noite, e em total segredo. Era proibido comentar qualquer coisa referente ao Karatê (FUNAKOSHI, 1975).

Bruno m disse...

Conforme Tagnim (1975), na época, vários mestres se especializaram na arte do karatê, e, como consequência, vários estilos foram criados. Dos estilos mais conhecidos se destacam o Karatê Shotokan, Shito ryu, Goju ryu e Wado ryu.
A CBK (2010) declara que a diversidade de estilos se deve pela pratica secreta do Karatê, que aos poucos foi espalhando suas sementes em varias regiões diferentes. Segundo Silva (1998), o estilo Shotokan é dos mais praticados em todo o mundo.
A mudança de um estilo ocorria apenas na forma de ensinar cada técnica. O modo como era ensinado cada estilo não interferia na verdadeira essência do Karatê, o mais importante para as artes marciais (FPK, 2010).
Ainda na ilha de Okinawa, em 1968 nasceu o menino Guichin Funakoshi que se iniciou desde muito cedo na arte do Karatê. Anos depois, mais velho, se tornou mestre e popularizou o Karatê no território japonês, iniciando suas apresentações na cidade de Tóquio, por volta de 1922 (FUNAKOSHI, 2005).
Após suas apresentações públicas, anos depois ele iniciou o ensino do Karatê nas universidades, buscando principalmente a disciplina (DUNCAN, s/d) Esse período contribuiu para que o Karatê ficasse ainda mais conhecido no Japão. Além das universidades, o mestre Funakoshi lecionou para o público infantil, que se entusiasmou com a nova arte marcial, dando a sua contribuição para o crescimento do Karatê (BUDOKAN, 2009).

Bruno m disse...

Durante esse período, Funakoshi conheceu Jigoro kano, o pai do Judô, se tornando celebres amigos (TAGNIM, 1975). Jigoro Kano foi um dos grandes incentivadores do Karatê, e contribuiu para o seu crescimento no Japão. Desta forma o Karatê se espalhou rapidamente pelo país. Gichin Funakoshi deixou diversos seguidores que tinham como responsabilidade ensinar a arte. A cidade de Tóquio foi o passo inicial. O primeiro Dojô de Karatê intitulado, Dojô Shotokan, foi inaugurado em 29 de Janeiro de 1939 (BUDOKAN, 2008). A palavra Shotokan significa lugar onde os pinheiros se movem, e também veio a dar o nome do estilo mais conhecido de Karatê (HENRIQUE, s/d).
Ainda nessa época, o mestre Funakoshi para se adaptar aos tempos modernos, utilizou-se do código de honra dos samurais. O código tinha como objetivo auxiliar no desenvolvimento do Karatê perante a modernidade (BARREIRA; MASINI, 2002).
Em virtude da manutenção dos princípios orientais, ele tornou-se pai do Karatê moderno enfatizando a técnica e a formação do caráter (FUNAKOSHI, 2005). Antes de Funakoshi realizar essa grande façanha, ele aprendeu karatê com um dos mestre mais renomado da época, o mestre Yasutsune Azato, um dos responsável pela evolução marcial dele durante a sua infância (FUNAKOSHI, 1975).
Ele foi um aluno dedicado, treinava por longas horas noturnas, se estendendo na maioria das vezes até a madrugada, pois o Karatê nessa época era extremamente proibido. Seu mestre era exigente e queria que a técnica fosse perfeita (BUDOKAN, 2008).
O mestre Funakoshi não foi intitulado pai do Karatê, pelo simples fato da sua popularização. As grandes mudanças que ocorreram na arte foi uma das grandes influências para a intitulação. Ele foi o primeiro mestre a enfatizar o significado da palavra “Do” que significa caminho, e que desde então, o Karatê passou a ser chamado de Karatê-Do, passando a significar caminho de mãos vazias. O caminho de mãos vazias não diz apenas a ausência de armas, mas também a ausência de preconceitos e atitudes ofensivas (BARREIRA; MASSINI, 2002).
O Karatê de Okinawa era muito perigoso, devido a sua infinidade de golpes mortais. O mestre Funakoshi retirou várias técnicas, para que o Karatê fosse eficiente, porém sem riscos. Essa alteração contribui que o Karatê fosse acessível aos tempos modernos (BUDOKAN, 2008).
Outra grande mudança no Karatê foi a troca do termo Kara que significava chinesa, que mais tarde viria significar vazio. Ele foi o responsável por essa troca, que tinha como objetivo tirar os traços chineses que despertava muito preconceito no Japão. O novo termo vazio revelava o Karatê como sendo uma arte apenas japonesa (SILVA, 1998). Um dos motivos da troca do termo kara, também aconteceu devido a sua pronuncia, que tinha mais de um significado, o que deixava os japoneses com duvida com o seu real significado. Essa situação não era boa para o desenvolvimento do Karatê (FUNAKOSHI, 1975).

Bruno m disse...

O grande mestre além de ter feito essas mudanças para a melhoria desta nobre arte. Ele também foi o criador dos vinte princípios do Karatê, que tinha como meta um aluno aplicado e que fosse um doutrinador do Karatê como uma filosofia de vida e não apenas um mero lutador, com técnicas eficientes. Os vinte princípios foi um legado de conhecimento sobre os valores morais e espirituais, que deve ser compreendidos pelos alunos iniciantes ou graduados e até mesmos os amantes do conhecimento (FUNAKOSHI, 2005).

a) Não se esqueça de que o Karatê-Do começa e termina com Rei
b) Não existe primeiro golpe no Karatê
c) O Karatê permanece ao lado da justiça
d) Primeiro conheça a si mesmo, depois conheça os outros
e) O pensamento acima da técnica
f) A mente deve ficar livre
g) O infortúnio resulta de um descuido
h) O Karatê vai além do dojô
i) O Karatê uma atividade vitalícia
j) Aplique o sentido do Karatê a todas as coisas. Isso é o que ele tem de belo
k) O Karatê é como a água fervente: sem calor retorna ao estado térmico
l) Não pense em vencer. Em vez disso, pense em não perder
m) Mude de posição de acordo com o adversário
n) O resultado de uma batalha depende de como encaramos o vazio e o cheio (a fraqueza e a força)
o) Considere as mãos e os pés do adversário como espadas
p) Ao sair pelo portão, você se depara com um milhão de inimigos
q) A kamae (posição de prontidão) é para os iniciantes; com o tempo, adota-se o shizentai (postura natural)
r) Execute o kata, o combate real é outra questão
s) Não se esqueça de imprimir ou subtrair a força, de distender ou contrair o corpo, de aplicar a técnica com rapidez ou lentamente
t) Mantenha-se sempre atento, diligente e capaz a busca pelo caminho
O Karatê evolui em centenas de anos, deixando conhecimentos valiosos para do karatekas. Sob o comando do mestre Funakoshi, o Karatê enraizou na sua origem os valores morais. Mesmo que o Karatê sofra transformações nos dias de hoje, é importante que os alunos não deixem de aperfeiçoar a essência do Karatê que consiste basicamente na moralidade (BARREIRA; MASSINI, 2002).
Conforme o site Budokan (2008) a trajetória de Funakoshi pelo Japão foi uma lição exemplar, ele sofreu diversas guerras, entre ela a segunda guerra mundial que deixou o Japão totalmente devastado. Mesmo assim ele fez com que sua semente germinasse. O Karatê floresceu, e hoje é uma das lutas mais eficientes, que contribuem tanto para o preparo físico quanto para uma mente saudável. O mestre Funakoshi veio a falecer no ano de 1957, entretanto nos últimos anos de vida dele, o Karatê já batia as asas pelo mundo afora.

Bruno m disse...

2.2.2 A origem do Karatê no Brasil

Conforme Pimenta (2008) o Brasil passou por diversas transformações, evidenciando um grande crescimento na agricultura, principalmente nas lavouras. Com esse crescimento, a mão de obra também aumentou e com isso veio imigrantes do mundo todo, principalmente da África e do Oriente. Os orientais além de trazerem seus conhecimentos para integrar as lavouras brasileiras, também trouxeram as artes de combate. Os japoneses se destacaram por disseminar a maioria das artes marciais no Brasil, sendo as mais conhecidas o Karatê e o Judô. Tudo isso aconteceu devido os interesses comerciais entre o Brasil e o Japão, a necessidade de mão de obra para lavouras brasileiras, e pela grande população japonesa para ocupar uma pequena ilha, no entanto era benéfico que centenas de famílias deixassem o país, para que o território pudesse dar uma maior qualidade de vida para os habitantes que continuaram no Japão.
Sobretudo vários mestres orientais chegaram a São Paulo, e logo perceberam um grande potencial da cidade para o desenvolvimento das artes marciais. A partir de então os mestres tiveram uma luta incansável para implantar seu estilo de arte Marcial, procurando espalhar o seu conhecimento para os novos discípulos (MARTA, 2008).
Os japoneses tinham como dever divulgar a arte do Karatê pelo mundo, porém o Karatê chegou ao Brasil por volta da década de 1960, trazido pelos japoneses Tanaka e Sadamu (FALCÃO, 2002).
Segundo Silva (1998) o Karatê ficou conhecido pelo mundo após a segunda guerra mundial, e hoje é considerada uma das artes marciais mais praticadas pelo mundo todo.
O Karatê possui um grande destaque na atualidade. As artes marciais ao chegar ao Ocidente mantiveram suas origens até os dias atuais, assim revelando o verdadeiro valor da arte, respeitando os princípios do controle da energia vital (PIMENTA, 2008).
Conforme a CBK (2010) o primeiro campeonato mundial aconteceu em 1970 com a participação de 33 países. O esporte passou a ser considerado olímpico no ano de 1999, tornando-se uma arte marcial de excelência. Desta forma o Karatê estava unindo pela primeira vez os povos de diversas partes do mundo. Os campeonatos contribuíram para a perfeição e evolução da técnica e socialização entre karatekas do mundo inteiro.

Bruno m disse...

Atualmente a mídia e o marketing fazem o papel de divulgação das artes marciais em todo o mundo. A cada dia ela vem recebendo reconhecimento, fazendo com que alunos façam parte dos diversos tipos de lutas marciais, inclusive o Karatê. (PIMENTA, 2008).
Alguns dados revelam que existem cerca de vinte milhões de praticantes de Karatê em todo o mundo. A grande massa de praticantes favorece cada vez mais o crescimento do Karatê. Os objetivos com relação à arte são inúmeros, alguns focam nas competições, já outros almejam a melhora no estilo de vida saudável (BARREIRA; MASSINI, 2002).

Bruno m disse...

espero que tenham gostado da leitura. qualquer dúvida bruno_ammendonca@hotmail.com oss!!!

Anônimo disse...

oss...

Anônimo disse...

Mais esta foto não tem nada a ver realmente! Oss

israel silva disse...

bom acabei de conhecer o karate e eu estou me cemtindo outra pessoa porque estou me esforsando para formar meu carater como um karateca oss...

rubens pinheiro disse...

praticantes do karatê tente entender o karatê-do de verdade o siguinificado n e ao pe da letra,
vi um comentario falando da foto do blog na hora pensei em fala q ele n sabia o verdadeiro significado do " caminho das mãos vazias" mas eu n sou o unico q entendo o verdadeiro significado , parabens e n treine so por treina leve em sua vida n so no dojo p q se n vc sera so mais um dos milhares q passam por um dojo e n se tornam verdadeiros karatecas

Anônimo disse...

oss' gosteiii muito de tudo o que o Antonio falou aii.
o karatê é pra sua defesa, porem quandoo se tem uma defesa sempree tera um contra-ataque.
ele esta certo !
oss !!

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